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Cantando na Chuva (1952)

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  “Cantando na Chuva”,  1952. Direção: Gene Kelly e Stanley. Aproveitando esse clima de chuva que predomina esse período, gostaria de indicar essa comédia musical que narra a história de dois artistas de sapateado durante o período de transição entre o cinema mudo e o cinema falado. O enredo faz também uma bem-humorada sátira da época anterior, em que os astros e estrelas eram pré-fabricados pela indústria do Hollywood, com fortes campanhas publicitárias, criando uma biografia idealizada para cada um deles e procurando mantê-los, diante do público, circundados por esta aura mítica. Em termos pedagógicos, o filme oferece elementos preciosos para a educação artística pelos belíssimos quadros de música e dança. A cena de Gene Kelly na chuva tornou-se antológica.  “ Cantando na chuva  tornou-se um filme imprescindível para quem se interessa pela arte e pela cultura cinematográfica, pois conserva ainda todo o seu potencial de entretenimento e oferece aos espectadores de t...
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  Musical   “Num Bairro de Nova York”  (In the Heights), 2021. Direção: Jon M. Chu. Mais uma peça da Broadway transformada em filme. Acompanhamos alguns dias de uma comunidade latina de Washington Heights, em Nova York. Acompanhamos os sonhos de alguns desses habitantes locais, recheado de muitos números musicais e grande celebração da cultura latino-americana. Sem perder sua conotação política sobre as minorias, toda dificuldade vem transformada em melodia, onde a criatividade fala mais alto em cada número musical e sua coreografia.  “No final das contas,  Em um Bairro de Nova York  é uma grande festa, com personagens carismáticos, coreografias impressionantes e  canções que irão te fazer cantarolar por dias . Ás vezes, pode ser meio exagerada ou previsível, mas nunca perde a humanidade de sua história. Já faz tempo que os latinos merecem ter seu espaço como astros de cinema. É legal se ver representado na tela, não é mesmo? Dá vontade de pegar no...

Dica da semana:

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  “Amor, Sublime amor”  (West Side Story), 1961. Direção: Robert Wise. Musical/Drama. A eterna história de Romeu e Julieta ganha aqui uma nova versão em Nova York, nos anos 50, onde gangues rivais juvenis disputam um território, em busca de autoafirmação. O filme apresenta primorosas cenas de balé, acompanhadas de diversas canções que se tornaram bastante popular. No enredo Tony, descendente de italianos, apaixona-se pela porto-riquenha Maria, mas os preconceitos étnicos, então dominantes, dificultam a realização desse amor, sem contar que ambos pertencem a gangues diferentes e rivais. O filme elabora várias reflexões em torno do comportamento juvenil, da influência do ‘grupo’, também uma crítica à vida social americana. Sua refilmagem já está pronta, sob a direção de Steven Spielberg, sem data de lançamento prevista para o Brasil até o momento. “Do ponto de vista pedagógico, o filme é um importante subsídio para professores de arte, sobretudo em termos de música e dança. A at...

Musical:

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 O gênero musical de cinema talvez seja um dos que menos agrada ao brasileiro, mesmo tendo muitos clássicos nessa área. É difícil entender, pois somos um povo que tem, de certo modo, a musicalidade na veia. Confesso que os musicais de animação da Disney sempre me cansavam um pouco, ainda bem que eles diminuíram a dose, mas não deixaram de ter sempre uma canção que ‘casa’ bem e, de certo modo, explica a história. Trago aqui alguns grandes musicais e suas belas mensagens. Há sempre um romance no ar, mas se pode perceber outros temas paralelos que ajudam a refletir, além de divertir. Uma coisa que sempre recomendo é nunca assistir um musical se estiver cansado ou tarde da noite...   “A Noviça Rebelde”,  1965. Direção: Robert Wise. Podemos até considerar uma sessão da tarde, mas é um clássico dentre os tantos musicais de Hollywood. O filme, inspirado em fatos reais, conta a história da religiosa Maria, que sai do convento para se tornar a governanta dos sete filhos do cap...