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Dica da semana:

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  No  Prime Video  estrearam dois filmes que estiveram recentemente nos Cinemas e que recomendo aos que não viram no cinema e por serem interessantes. O primeiro deles poderá aparecer no Oscar do ano que vem:   “Devoradores de Estrelas”  – ficção – O filme acompanha a jornada inesquecível de um professor de ciências do ensino fundamental chamado Ryland Grace (Ryan Gosling). Um dia, Ryland acorda em uma espaçonave a anos-luz do planeta Terra. Sem memória alguma de quem é ou como foi parar ali, o professor se encontra numa situação inexplicável. Aos poucos, porém, suas lembranças voltam e ele recorda que foi recrutado para uma missão especial chamada Projeto Fim do Mundo na qual ele foi enviado a 11,9 anos-luz da Terra para investigar o motivo pelo qual o Sol está morrendo na Via Láctea. Ryland precisará recorrer aos seus conhecimentos científicos para resolver esse enigma o mais rápido possível e impedir a extinção da humanidade. O que, porém, parecia ser ...

Dica:

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  “Dia D”  – Direção: Steven Spielberg – Suspense/ficção – Os fãs do diretor certamente vão ao cinema conferir esse novo trabalho. Revisitando um tema que lhe é caro, o filme parece ser uma continuação de “Contatos Imediatos de 3º Grau” e que tem um final “aberto”. Acompanhamos dois humanos que quando crianças foram levados a um contato com extraterrestes e que agora, adultos, sem se conhecerem, se veem envolvidos num movimento que tenta divulgar para o mundo tudo o que os EUA tentam esconder a respeito de seres de outro planeta; os dois são determinantes para que isso possa acontecer. Bom. Em cartaz. Trailer do filme disponível no YouTube.

ET – O Extraterrestre (1982)

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  ET – O Extraterrestre,  1982. Drama/Ficção, Aventura. Direção: Steven Spielberg. Esse filme celebrou seus 40 anos sem perder o seu encanto. O filma narra a história de um pequeno extraterrestre que se perde na terra durante uma viagem intergaláctica e faz amizade com um garoto, Eliot. Recheado de momentos cômicos e mágicos, o que se situa no mundo mágico das crianças é invadido pelos adultos que querem o extraterrestre para pesquisar. Temos, em meio a trama, uma reflexão sobre o diferente, estranho, anormal, mostrando que as crianças e jovens mostram-se mais sensíveis às novidades. Um apelo para que as pessoas se tornem mais sensíveis e respeitosas para com as diferenças que fazem a riqueza da sociedade e também aos múltiplos seres da natureza (pegada ecológica...). Nada mais atual.  “Em outras palavras, a lição pedagógica pode ser condensada nestes termos: os instrumentos materiais fabricados para auxiliar o progresso não devem se transformar numa barreira que impeça o...

Drama/ficção:

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  “A Chegada”,  2016. Direção: Denis Villeneuve. Esse belo filme nos conta a história da chegada de naves espaciais alienígenas em vários pontos da terra e ali permanecem assustadoramente paradas, resta às autoridades do mudo tentar alguma forma de comunicação para saber o que pretendem. A NASA contrata um físico militar e uma linguista para ajudar a decifrar as mensagens dos visitantes. A medida que a narrativa transcorre, vamos acompanhando algo como ‘memórias’ dessa linguista, até percebermos que não se trata de memórias passadas, mas do futuro. Tendo em vista o que você soubesse o que iria acontecer, você seguiria assim mesmo essa jornada, você seria capaz de acolhê-la? Essa premissa existencial acompanha a história de ficção. Muito bonito e em alguns momentos contemplativo. Onde ver: Globoplay; Prime Video; Star+; YouTube. Trailer do filme A Chegada (2016).

Ficção/Ação:

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“Eu, Robô”,  2004. Direção: Alex Proyas. Esse filme futurista, inspirado na série de contos de Isaac Assimov, nos leva ao ano de 2035, onde os robôs já são usados como empregados e assistentes dos humanos. Na programação deles está um sistema que não os torna um perigo para os humanos, mas a morte de um dos criadores do atual sistema deixa tudo sob suspeita, despertando a fúria contida de um policial que não confia em robôs. Mais uma vez a temática da inteligência artificial e de uma possível autonomia da mesma vem à tona. Boa direção. Para os amantes dessa temática.  “ Felizmente, o filme “Eu, robô” trata de um mundo fictício, o qual talvez seria muito divertido, no entanto a revolução das máquinas exibida no filme seria uma grande preocupação, que algumas pessoas até cogitam que possa ocorrer no futuro. Independente de qualquer coisa, temos de ficar contentes por haver uma busca constante por novos conhecimentos, afinal, o objetivo da tecnologia é facilitar e melhorar noss...