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Dica da semana:

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  “Novocaine – À prova de dor”,  2025 – Direção: Dan Berk, Robert Olsen. O filme mistura ação, aventura, romance e comédia para contar a história de um sujeito que trabalha numa espécie de banco e que possui uma particularidade: não sente dor e por isso torna-se uma pessoa isolada com seus traumas da sociedade até que uma garota se aproxima e mostra interesse pelo mesmo. O romance que surge é ameaçado por um assalto onde os bandidos levam sua amada como refém e ele resolve seguir no encalço dos assaltantes, servindo-se de sua particularidade física, e aí o filme toma um rumo inesperado e exagerado em muitos sentidos, até na violência. O ator principal (Jack Quaid) é conhecido pela violenta série “The Boys” (Prime), e se tem uma impressão de que este esteja repetindo, de certo modo, o papel da série. Censura: 18 anos. Para apreciadores do gênero. Não chega a ser imperdível. Onde ver: Prime ou Paramount+

Tempos Modernos (1936)

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  “Tempos Modernos”,  1936. Direção: Charlie Chaplin. Um dos filmes de Chaplin mais revisitados e citados por causa da sua crítica ao progresso industrial, promovido de forma desordenada e com elevado custo social. Uma obra atemporal. A eficiência e a lucratividade vão orientando a revolução industrial e tecnológica dos tempos modernos. Com seus trejeitos peculiares e cercado de imagens simbolicamente fortes e diretas sobre os condicionamentos humanos, ele descreve o retrato de uma época e as desventuras do desemprego, sem esquecer a solidariedade existente entre os deserdados da fortuna. Com muito humor  “ Tempos modernos  propõe uma reflexão sobre as relações entre progresso tecnológico e o desenvolvimento social e humano. Um filme de crítica social produzido por um dos gênios do cinema”  (Riolando Azzi –  Cinema e Educação 2  – Paulinas).  Onde ver: Tele Cine.  Filme Tempos Modernos (1936).

Drama/Romance/Amizade: “Nuca Te vi, Sempre Te amei”

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  “Nuca Te vi, Sempre Te amei”,  1987. Direção: David James. Já exibido varias vezes na TV aberta, temos esse filme sobre um homem, um livreiro britânico (Anthony Hopkins), e uma mulher, uma escritora americana (Anne Bancroft). Estamos no pós guerra. Entre os dois se inicia uma longa correspondência. Ela busca alguns clássicos em bom estado de conservação. Da preocupação inicial com os livros também vai surgindo em Hellen um interesse pelas pessoas que trabalham na livraria, e por suas respectivas famílias, marcadas ainda pelas precárias condições do pós guerra. Dessa forma, aos poucos a tônica das cartas passa a se estender também às variações pessoais em que se alternam tristezas e alegrias. Informações diversas sobre cultura, sociedade e política, referentes a eventos nos quais, de algum modo, os protagonistas da história estavam envolvidos, ajudam a construir o cenário do filme. Este busca ressaltar o valor do livro para a vida pessoal, não só como companheiro para as hora...