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Luta pela Fé – A História do Pe. Stu

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  “Luta pela Fé – A História do Pe. Stu”,  2022. Direção: Rosalind Ross. Drama/Cinebiografia. O chato das cinebiografias é que você sabe como termina, mas nem sempre como se chegou a esse fim. Por isso recomendo esse filme sobre a vida de Stuart Long, um jovem boxeador que teve sua carreira interrompida por questões de saúde. Sua busca de realização pessoal vai lhe levar ao encontro de uma jovem católica que por sua vez o levará ao batismo, já que deseja casar com a mesma, e o seu consequente despertar para fé. Como sabemos, a fé será sempre um outro desafio quando ele desejar ser tornar sacerdote. Na história real não é fato que tenha se batizado por causa da namorada. O ator Mark Wahlberg, católico, gostou da história e fez questão de trazê-las para as telonas. O filme conta também com a participação de Mel Gibson. Onde ver: HBO Max. Trailer do filme.

1917

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  “1917”,  2020. Direção: Sam Mendes. Drama/Guerra  – Situado na 1ª Guerra Mundial, dois soldados britânicos são enviados para avisar um outro grupo de soldados que eles estão prestes a cair numa armadilha. Para isto deverão cruzar o campo inimigo. Não se trata de uma história real, mas trata da persistência de cumprir uma missão em meio aos horrores da guerra, bastante amenizados aqui. Fala de amizade e chega até a ser um pouco poético. O filme tem uma bela fotografia e um rigor técnico impressionante dando a impressão de ter sido feito numa única tomada. Muito bom. Oscar de melhor mixagem de som, melhor fotografia e efeitos visuais.  “ São muitos os filmes que abordam a guerra num panorama que abrange diversos horizontes e pontos de vista, dando prioridade a consequências impressionantes que podem acontecer no ar, na terra ou no mar. Mas há outro tipo de olhar em filmes do gênero – um olhar que não vê a necessidade de começar pelo grandioso para, só então, che...

Gandhi

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  “Gandhi”,  1982. Direção: Richard Attenborough. Um gênero comum e ao mesmo tempo bem apreciado nos cinemas são as cinebiografias. Eu, particularmente, tenho apreço por essas obras, mesmo sabendo que nem sempre são tão fiéis ao real ou são conduzidas na intenção de quem narra o fato, como a atual cinebiografia de “Elvis” (em cartaz nos cinemas). Nesse filme temos a trajetória do líder político e espiritual da Índia Mohandas Karamchand Gandhi em duas principais etapas de sua liderança: na África do Sul e na Índia. Sua liderança ganha destaque pela política da não violência, como forma de reinvindicação dos próprios direitos por parte dos oprimidos. Segundo sua concepção, a não violência constituía um estado positivo de amor, uma forma de fazer o bem mesmo àqueles que praticavam o mal. Em sua etapa indiana, suas raízes, vai liderar um amplo movimento pacífico pela independência da Índia, então colônia da Inglaterra.  “Gandhi é sobretudo apresentado como o grande líder paci...

Tempos Modernos (1936)

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  “Tempos Modernos”,  1936. Direção: Charlie Chaplin. Um dos filmes de Chaplin mais revisitados e citados por causa da sua crítica ao progresso industrial, promovido de forma desordenada e com elevado custo social. Uma obra atemporal. A eficiência e a lucratividade vão orientando a revolução industrial e tecnológica dos tempos modernos. Com seus trejeitos peculiares e cercado de imagens simbolicamente fortes e diretas sobre os condicionamentos humanos, ele descreve o retrato de uma época e as desventuras do desemprego, sem esquecer a solidariedade existente entre os deserdados da fortuna. Com muito humor  “ Tempos modernos  propõe uma reflexão sobre as relações entre progresso tecnológico e o desenvolvimento social e humano. Um filme de crítica social produzido por um dos gênios do cinema”  (Riolando Azzi –  Cinema e Educação 2  – Paulinas).  Onde ver: Tele Cine.  Filme Tempos Modernos (1936).

Dicas de filmes para o fim de semana

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  “Lanternas Vermelhas” , 1991. Direção: Zhang Yimou. Esse filme nos conta a história da jovem universitária Songlian que, pelas dificuldades econômicas da família, aceita desposar o rico senhor Chen, passando a ser a quarta esposa. Ela tem consciência da situação opressiva a que está se submetendo. E assim o filme vai relatando, de modo bastante lento a situação vivida por essas mulheres numa vida de completa reclusão, sob o domínio do seu ‘dono’, objetos sexuais mantidos para a satisfação dos seus desejos. Entre elas cria-se uma certa tensão e disputa, marcada pela inveja e pelo ódio. O título faz alusão a lanterna que era colocada diante da casa daquela que foi escolhida para passar a noite com ele, e consequentemente as regalias concedidas naquele período.  “O resultado dessa narrativa, de ritmo lento e envolvente, é deveras devastador: mulheres dominadas pela inveja e pela frustração, no caminho da loucura e da morte. Sob o aspecto cultural, o filme oferece múltiplos meio...

A Fera do mar

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  “A Fera do mar”,  2022. Direção: Chris Williams. Essa simpática animação sobre antigos aventureiros que desbravavam os mares para combater os seus monstros e garantirem a segurança dos que viviam em terra firme é muito agradável. O enredo não tem muitas novidades, mas o modo como foi feito, e a referência clara a  “Como treinar o seu dragão”  (mais que esgotado nas sessões da tarde da Globo..., mas muito bom), nos oferece uma narrativa dinâmica em seus 120 minutos (contando os créditos). Uma mensagem que se destaca é sobre a nossa capacidade de reavaliar as ‘heranças’ ou histórias que recebemos ou nos contaram, muitas vezes carregadas de preconceitos e interesses outros. Boa diversão. Onde ver: Netflix Trailer do filme A Fera do mar (2022).

O Homem que sabia demais

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  “O Homem que sabia demais”,  1956. Direção: Alfred Hitchcock. Esta é uma refilmagem do filme que projetou internacionalmente o nosso diretor, mestre do suspense, cuja narrativa trabalha duas histórias que se cruzam. As férias de um médico americano e sua família no Marrocos se transformam em um pesadelo quando se veem envolvidos em um complô para assassinar um político. Quando o filho do médico é sequestrado, o casal segue as pistas até Londres e enfrenta situações desesperadoras pelo caminho. O casal logo se vê no dilema entre resgatar o filho ou impedir um assassinato. Nesse, como em outros filmes, o diretor não deixa de fazer sua aparição, como uma assinatura de sua obra. Ele aparece de costas, assistindo a uma apresentação de acrobatas na cidade de Marrakesh. Uma obra primorosa desse mestre do suspense, e um entretenimento sadio e envolvente para qualquer tipo de espectador. Onde ver: somente para alugar no google Play, YouTube; e Apple TV.   Trailer do filme.

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução

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  “RRR: Revolta, Rebelião, Revolução”,  2022 – Direção: S.S. Rajamouli. Sabe daqueles filmes de aventura que entretém sem muito compromisso? É esta produção indiana situada na pré-independência da índia do domínio britânico. O filme mistura aventura, amizade, romance e reviravoltas em doses bem equilibradas, abusando dos efeitos especiais num colorido fantástico e com aquelas danças indianas que dá vontade de você também entrar no ritmo. Tudo começa com uma garotinha que é sequestrada de sua tribo. Um bravo guerreiro resolve resgatá-la, mas terá que enfrentar um duro soldado, também indiano. São três horas bem divertidas. Prepare a pipoca! Onde ver: Netflix. Cena do filme RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (2022).

Homem X Abelha: A Batalha

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“Homem X Abelha: A Batalha”,  2022. Direção: David Kerr. Os fãs de Mr. Bean não podem deixar de ver essa série em nove episódios rápidos (dá para ‘maratonar’ sem crise de consciência...). Mr. Bean (Trevor) é contratado por uma empresa que cuida de casas de luxo enquanto seus donos estão fora (housesitter). O que parece uma tarefa simples se torna um pesadelo quando uma abelha passa a dividir o ambiente com o mesmo, gerando várias situações de pura irracionalidade e com surpresas no final, se bem que a série já começa nos revelando um pouco do fim.  Apesar da idade, o ator ainda se mostra em forma nas suas peripécias, cara e caretas. Vale conferir. Onde ver: Netflix.  Trailer da série Homem X Abelha: A Batalha (2022)    

Uma cilada para Roger Rabbit (1988)

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  “Uma cilada para Roger Rabbit”,  1988. Direção: Robert Zemeckis. Tendo a possibilidade de assistir tantos filmes e animações repletos de efeitos especiais, talvez não nos demos conta desse longo processo que teve seu início quando se colocou em movimento a imagem, para transformar o cinema numa arte. No campo da animação também foi grande a evolução que deu vida a tantos personagens que aprendemos a amar. Um passo grandioso foi inserir cenas de desenhos animados em filmes com atores reais. Um clássico dessa junção foi  “Uma Cilada para Roger Rabbit” , que une a criatividade de Spielberg à experiências dos estúdios Disney. Temos uma paródia aos filmes policiais dos anos 30, onde os personagens dos desenhos animados passam a ter vida própria e trabalham juntos aos seres humanos. Temos aqui o coelho Roger Rabbit, um ator que é acusado de um crime que não cometeu e este recorre a um detetive, humano, cujo irmão fora anteriormente morto por um desenho, para tentar provar sua...